Posts de Outubro, 2006
A Exceção e a Regra, Brecht
Publicado por docontra em Outubro 30, 2006
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Futebol filosófico?
Publicado por docontra em Outubro 28, 2006
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seguimos
Publicado por docontra em Outubro 28, 2006
e hoje foi o dia do último debate
justamente o da Grobo
que apresentou uma arena “à la ágora”
e seus eleitores “indecisos” do ‘Ibobe’
e se o gregos tivessem recorrido aos recortes técnicos?
ah… aí, nem isso que somos, seríamos
isso pra não falar do terreno, no nosso mundano dia-a-dia de manchetes eleitorais.
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A última do Joãozinho
Publicado por docontra em Outubro 24, 2006
Joãzinho chega na sala de aula de sua professora ultra alckiminiana (ou seria alckimista?) e
para agradá-la diz:
- professora, na minha casa nasceram 8 cachorrinhos e todos eles
votarão no Alckmin.
Ela fica super contente com o comentário do aluno que alguns dias depois faz
outro comentário:
- professora, lá na minha casa nasceram 4 cachorrinhos e todos eles
votarão no Alckmin.
E ela diz:
- Mas não tinham nascido 8?
- é, mas 4 já abriram os olhinhos…
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Estatísticos… socorram!
Publicado por docontra em Outubro 19, 2006
Gostaria de ver nos jornais de amanhã alguma contagem tipo datafod..-se mostrando quantas vezes o monótono chuchu gelado disse, na réplica ou tréplica:
“Veja bem. Perceba que há uma diferença aqui… que são duas candidaturas. Com visões e …” e alguma coisa qualquer mais óbvia que o óbvio, numa clara demonstração do exaustivo e repetitivo ensaio teatral barato por que passou o boneco de cera de nariz colorido e discurso vazio!
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Voz
Publicado por docontra em Outubro 9, 2006
O trecho abaixo está em ensaio/artigo de Fábio Malini, professor da UFES e doutorando de Comunicação e Cultura pela UFRJ. O ensaio pode ser encontrado em: http://www.rits.org.br/redes_teste/rd_tmes_set2006.cfm … O conselho editorial DoContra acredita não ser necessário qualquer comentário a respeito.
“Num bairro pobre de Lima, um grupo de mulheres organizou um mercado. Nele havia um gravador e alto-falantes, que apenas o administrador utilizava. Com a colaboração de um grupo de apresentadores, as mulheres do mercado começaram a usar o gravador para saber o que os habitantes do bairro pensavam sobre o mercado, para tocar música nas festas e para outros fins. Até que a censura se apresentou, na figura de uma religiosa que ridicularizou o jeito de falar dessas mulheres e condenou a ousadia de pessoas que, “sem saber falar”, atreviam-se a usar dos alto-falantes. Provocou-se assim uma crise; durante algumas semanas, as mulheres não quiseram saber mais do caso. Algum tempo depois, porém, o grupo de mulheres procurou os apresentadores e afirmou: “Pessoal, a gente descobriu que a religiosa tem toda a razão; a gente não sabe falar, e nesta sociedade quem não sabe falar não tem a menor possibilidade de se defender nem pode nada. Mas a gente também passou a entender que com a ajuda desse aparelhinho aqui – o gravador – a gente pode aprender a falar”. Desde esse dia as mulheres do mercado decidiram começar a narrar suas próprias vidas; deixando de usar o gravador apenas para escutar o que os outros diziam, elas passaram a usá-lo para aprender a falar por si próprias.” (MARTIN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações – comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: EDUFRJ, 1997, p.257).
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e gente vai levando…
Publicado por docontra em Outubro 1, 2006
“Collor vence para Senado por Alagoas 14 anos após impeachment” (TSE – 2006)
e aí, vêm os que se acham “experts” dizer que vivemos uma “democracia amadurecida”!
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